outubro 25, 2007

Uma satisfação, um pedido de perdão, um pedido de ajuda

Posted in Lista de blogs tagged , , , às 18:22 por Arthur Gouveia

Amigos leitores, vocês certamente perceberam a falta de artigos novos nos últimos dias. Alguns devem estar revoltados, outros confusos, outros indiferentes. Venho, então, neste artigo pedir perdão a todos os que trouxeram mais de 1.600 visitas ao meu humilde blog nesses poucos dias de vida.

Há uma explicação para esse vazio aqui no Endinheirado. Estamos em processo de “fusão” com o Dinheirama! Sim, é isso mesmo. Eu, Arthur Gouveia, sou agora o editor responsável pelas notícias da semana, opiniões e dicas dos leitores, além de moderador do fórum Sociedade Dinheirama.

Toda Sexta Feira serão publicadas notícias relevantes na semana com comentários e links para leitura mais aprofundada. Além disso periodicamente teremos diálogos entre Endinheirados (será que se tornariam “Endinheiramados”???) comentando sobre o que tem acontecido no blog e no fórum do Dinheirama.

Peço a todos que nos visitem no blog e no fórum, assinem o RSS e comentem nos artigos. O Dinheirama está se tornando uma referência para educação financeira, finanças pessoais e investimentos. O nível das discussões está elevadíssimo e temos grandes especialistas dando sua contribuição. Prova do sucesso do Dinheirama e de sábia decisão em formar uma parceria com este excelente blog é que o Dinheirama está entre os finalistas do Best Blog Brazil em quatro categorias: blog revelação, melhor design, melhor blog individual e melhor blog de mercado e finanças.

Então quero pedir seu voto! Sim, quero pedir seu voto! Basta acessar o site e fazer seu cadastro (dura apenas um minutinho, é sério!)

Obrigado a todos! Votem no Dinheirama, acessem o Dinheirama, assinem o RSS e se cadastrem no fórum…

PS.: O Endinheirado não morreu, está apenas moribundo. Talvez às vezes eu publique algo por aqui…

outubro 23, 2007

Mude o mundo em uma semana

Posted in off topic tagged , , às 10:13 por Arthur Gouveia

Olá a todos. Hoje um dos usuários do fórum Dinheirama postou um tópico na seção sobre empreendorismo e negócios. Seu nome é Luis Gustavo e ele fez um blog para divulgar uma campanha bastante interessante: Mude o mundo em uma semana!

Ele está vendendo camisetas e doando toda a arrecadação das vendas para a APAE de Ribeirão Preto. O que podemos fazer para tentar mudar o mundo em uma semana? Eu estou divulgando essa brilhante iniciativa. Parabéns e força, Luis…

outubro 22, 2007

Com que fundo eu vou?

Posted in investimentos tagged , , , , , às 17:40 por Arthur Gouveia

Porquinho– Bem, Arthur. Estou pensando em investir em algum fundo de investimentos. Já aprendi a ler um prospecto, mas agora estou em dúvida sobre qual fundo escolher…

– Isso é comum, Léo. Os bancos oferecem diversas opções e às vezes ficamos em dúvidas. O importante é saber que para cada tipo de fundo de investimentos há um momento ideal para entrar e para sair.

– Sério?!?!?! Como saber esses momentos?

– Fácil. Saiu um artigo no Infomoney falando sobre isso. Os especialistas José Godoy, Luiz Gustavo Medina e Marco Antonio Gazel Junior deram as dicas…

– Que dicas são essas? Estou ficando curioso!

– Vamos lá. É uma boa idéia investir em um fundo DI quando os juros estiverem baixos, estáveis com tendência de alta ou subindo. Mas se os juros estiverem muito baixos, como foi o caso dos Estados Unidos em 2002, o rendimento desse fundo se torna tão baixo que vale a pena procurar outro tipo de aplicação. Tem também os fundos de renda fixa pré-fixados. Deve-se buscar esses fundos quando os juros estiverem com tendência de baixa, mas deve-se evitá-los quando os juros chegarem a um patamar muito baixo.

– Sei… Mas quero algo que renda mais, mesmo que tenha que assumir um pouco de risco.

– É assim que se fala! Então tente os fundos multimercados. Essa é tida como a categoria mais moderna que existe por misturar a gestão de renda fixa e variável. Quanto mais baixo o patamar de juros, melhor para investir. É interessante permanecer na carteira por ao menos nove meses para compensar as oscilações mensais dos retornos, mas quanto mais tempo melhor para aproveitar os benefícios do Imposto de Renda regressivo. Já se o tempo que tem para seu dinheiro for inferior a nove meses ou se houver necessidade de garantia de rentabilidade mensal, pule fora desse barco. Outra alternativa são os fundos de ações. Deve-se buscar esse tipo de aplicação em períodos de crescimento econômico. De preferência, a aplicação deve ser de, no mínimo, 18 meses. Caso você não tenha a disponibilidade de aguardar ao menos 18 meses ou caso o país esteja passando por um momento turbulento.

– Legal.

– Uma alternativa para quem pretende viajar ao exterior são os fundos cambiais. Devem ser usadossempre que tiver necessidade de proteger o patrimônio em relação a alguma moeda, não para ganhar dinheiro, mas sim para garantir algum compromisso futuro, como uma viagem ao exterior, por exemplo. Caso contrário, fique fora desse tipo de fundo já que não há como prever se o Real vai valorizar o desvalorizar. Especular aqui pra tentar ganhar dinheiro é muito perigoso.

– Beleza, Arthur!

outubro 20, 2007

O que é preciso para ter sucesso na vida financeira?

Posted in Educação financeira tagged , , , , às 05:52 por Arthur Gouveia

MoedasPessoal, hoje é dia de novidade no Endinheirado. Um artigo escrito por um leitor! O amigo Ismael dos Reis é contribuinte assíduo da Sociedade Dinheirama e autorizou a publicação de suas palavras aqui.

Com a palavra o Ismael: Costumo dizer que cada um de nós tem uma visão sobre dinheiro, vinda possivelmente de nossa educação e da experiência do dia-a-dia. Gostaria de compartilhar minha própria visão sobre o assunto e conhecer o modo de pensar dos amigos.

Meus objetivos são modestos: estou estudando, quero continuar a trabalhar e formar um patrimônio respeitável para obter uma renda razoável no futuro, sem precisar trabalhar. Não quantifico minhas metas por que sei que as coisas mudam muito, e muito rápido.

Sou simples, não gosto de arriscar muito e não coloco meu dinheiro no que eu não conheço.

Considero que a base do sucesso é a educação: conhecer, estudar e aprender. A educação permite incrementos consideráveis na renda proveniente do trabalho. Acho que as coisas começam a ficar interessantes na medida em que o contra-cheque aumenta.

Depois vem muita dedicação e disciplina. Acredito em poupar e investir. Poupança é a diferença entre o que se recebe e o que se gasta. Investir é aplicar a diferença, fazer a poupança crescer. Acredito que todo investimento é uma especulação, e, para ser bem sucedido, preciso conhecer o negócio e saber a hora de entrar e sair (por que o mundo muda depressa, nada dura muito tempo).

Nem todos têm vocação para os negócios; empreender, porém, faz parte da vida. Um negócio próprio deve ser bem administrado, requer paciência, conhecimento, experiência, tempo e capital. Não estou preparado para isto agora, mas gostaria de ter esta experiência daqui uns anos.

Penso também que o senso de observação deve ser aguçado. Costumo me espelhar em pessoas bem-sucedidas mais próximas a mim, meus parentes, pais de colegas, meus patrões… Antes eu negligenciava este aspecto (preferia exemplos distantes), mas depois passei a perceber que pessoas muito próximas de mim sabiam mais de dinheiro do que eu. O bom senso me inspira a imitá-las.

Acho que é isto!!


Ismael dos Reis

—-

* Nota: A opinião do leitor não representa, necessariamente, a opinião do autor do blog, Arthur Gouveia. Este espaço é aberto a todos que queiram participar e contribuir. Envie seu artigo e tenha sua história publicada.

outubro 19, 2007

Crédito pessoal vale a pena?

Posted in Educação financeira tagged , , , , às 16:53 por Arthur Gouveia

Notas e Moeda– Arthur, e o crédito pessoal? O que há sobre ele?

– Pedro, essa é uma modalidade de crédito que tem um grande número de adeptos. Com os empréstimos consignados, o volume de dinheiro nesse tipo de crédito tem crescido consideravelmente.

– Empréstimo consignado é aquele que o valor da prestação já vem descontado em folha, né?

– Isso mesmo, Pedro. O empréstimo pessoal, geralmente tem taxas de juros mais baratas que outros tipos de financiamento, mas às vezes perde para o CDC. Por isso o crédito pessoal é uma boa alternativa para casos que não envolvam a compra de bens de consumo. Muita gente tem se dado mal, especialmente aposentados e pensionistas do INSS. Essas pessoas caem no conto do “crédito rápido e fácil” e se endividam para fazer compras de produtos supérfluos.

– Ué, se não é para comprar, pra que serve o crédito pessoal?

– Serve para trocar de dívida. Se você está devendo para o cartão de crédito ou está enroscado no cheque especial pagando juros de 8% ao mês, contrate imediatamente um empréstimo pessoal para pagar essas dívidas. Você vai trocar uma dívida caríssima por outra bem mais barata. Algumas financeiras oferecem o tal do “crédito rápido e fácil”. Abra o olho pois às vezes os juros são maiores que os do cheque especial!

– Caramba! Então existem taxas diferenciadas?

– Sim. Como qualquer coisa, vale a pena pesquisar. Oferecer garantias como o carro ou um avalista pode reduzir consideravelmente os juros. Geralmente financiamentos por prazos menores também possuem taxas mais atrativas. Vale também tentar adequar as datas de pagamento das prestações com as datas de recebimentos de créditos como salário e aluguéis. Ah, outra coisa a ser observada são as taxas. Geralmente existe uma Taxa de Abertura de Crédito (TAC), cobra-se IOF. Pode também existir uma taxa de cadastro e outras taxas mais…

– Caramba. Tem como reduzir isso?

– Tem sim! Se você tem acesso a uma cooperativa de crédito, as taxas são bem menores e não há incidência de IOF. Agora, de qualquer forma, valem as dicas: leia sempre o contrato, negocie as taxas e busque formas de reduzi-las, um bom histórico e garantias podem ajudar. Informe-se sobre o valor e a forma de cobrança das tarifas.

– Legal, Arthur. Valeu mesmo…

outubro 18, 2007

CDC – Crédito Direto ao Consumidor

Posted in Educação financeira tagged , , , , às 20:58 por Arthur Gouveia

Calculadora– Arthur, você chegou a falar sobre o CDC como forma de ter acesso a crédito.

– Falei sim, Pedro.

– E como funciona esse negócio?

– O CDC é uma modalidade de crédito para aquisição de bens duráveis e serviços. É fornecido por bancos, financeiras e estabelecimentos comerciais que vendem produtos financiáveis via CDC…

– Hum……..

– Calma! Já dou mais detalhes! O CDC tem prazo variável entre três e 36 meses. Geralmente os juros são pré-fixados, mas para prazos maiores que 12 meses pode haver algum reajuste pela TR ou pelo IGP-M.

– E esses juros, são altos como os do cheque especial e do cartão de crédito?

– Não, Pedro. Os juros são menores até mesmo que o crédito pessoal, mas isso só é possível por que o agente financiador pede garantias…

– Que tipo de garantias?

– Quando possível, o próprio bem adquirido é dado em garantia. Isso se chama alienação fiduciária. Entretanto, os juros não são flexíveis caso você tenha um bom histórico pagador…

– Parece uma boa alternativa.

– É sim. Mas ainda é melhor comprar à vista.

– Claro…

– Algumas dicas para aquisição do CDC são: leia o contrato antes de assinar…

– Duh!

– Duh, nada. Muita gente tem preguiça. Os juros devem ser informados claramente ao cliente. O Código de Defesa do Consumidor (legal, também é CDC) exige isso. Pesquise as taxas disponíveis no mercado entre as diversas financeiras. Busque a melhor alternativa em termos de taxas e prazos observando o valor total pago, e não apenas o valor da prestação. Cuidado com os seguros. Em alguns casos as lojas exigem seguro para o produto, seguro para perda de emprego, seguro de vida, seguro contra inundação no Nepal. Tente fazer o negócio mantendo apenas aqueles seguros que você julgar necessário. Não caia no conto do vendedor…

– E daí é só levar o produto pra casa e pagar todo mês o carnê…

– Isso mesmo, Pedro. Todo mês tem uma folhinha do carnê pra ser paga, e se não pagar, o vendedor pode pegar o produto de volta…

outubro 17, 2007

Cheque especial é bom para clientes nada especiais

Posted in Educação financeira tagged , , às 22:35 por Arthur Gouveia

CalculadoraPedro e Arthur continuam sua conversa sobre as formas de crédito

– Arthur, e o cheque especial? É uma boa fonte de crédito?

– Não mesmo, Pedro. As taxas são assustadoras. Em torno de 8% ao mês!

– Por que as taxas são tão altas?

– Pela facilidade. O cheque especial é uma espécie de “saldo extra” disponível na sua conta. Para conseguir o crédito do cheque especial o cliente do banco não precisa pedir, não precisa dar nenhuma garantia, não precisa fazer nada. O crédito está lá só esperando por você…

– Se é tão fácil, então vale a pena!

– Depende. O cheque especial, assim como o cartão de crédito, tem características específicas, vantagens e desvantagens.

– Como assim?

– O cheque especial possui algumas características oferecidas por alguns bancos como carência, taxas de juros regressivas ou mesmo a possibilidade de redução.

– Hein!?!?!

– Alguns bancos oferecem um prazo de carência sem cobrança dos juros. Se você restabelecer o saldo antes do vencimento da carência, o banco não cobra nada. Mas se você ultrapassar o prazo de carência, o banco cobra juros por todo o período incluindo o prazo de carência. Outra “facilidade” é a taxa regressiva, que diminui à medida que o tempo de utilização do saldo especial aumenta.

– Legal!

– Legal nada, Pedro! A taxa diminui de estratosférica para gigantesca! Mesmo a taxa reduzida é enorme! Isso também inclui os pacotes de redução de juros para clientes com investimentos, bom relacionamento, muito tempo de conta etc. Mesmo que você seja um cliente super fiel, tenha seguros e investimentos, a taxa de juros do cheque especial é muito alta.

– Então não vale a pena nunca?

– O cheque especial deve ser usado única e exclusivamente para necessidades eventuais e de curtíssimo prazo. No máximo alguns dias, não mais que uma semana.

– E dá pra evitar o uso do cheque especial?

– Claro! Com muita educação financeira. Mantenha um rigoroso controle do seu saldo e do fluxo de entradas e saídas de dinheiro. Cuidado com o débito automático, fique de olho nas contas a pagar e cheques pré-datados. Geralmente deixar de pagar uma conta é melhor do que entrar no cheque especial. A multa e os juros de contas atrasadas são menores que as taxas do cheque especial!

– Valeu Arthur! É vivendo e aprendendo…

outubro 16, 2007

Agradecimentos a todos os leitores

Posted in off topic às 20:00 por Arthur Gouveia

Amigos leitores, obrigado. Hoje ultrapassamos uma marca importante: 1000 visitas. São 25 artigos – este é o 26º  – e 52 comentários. São, em média, mais de 40 visitas por artigo.

Os artigos mais lidos são os que falam sobre dívidas e sobre investimentos no Tesouro Direto.

Entretanto, são apenas dois comentários por artigo. Gostaria de pedir aos amigos leitores que participem mais. Exponham  seus pontos de vista, critiquem, comentem. A página de Contato é um ponto de livre participação de todos. Se quiserem que eu fale sobre algum assunto específico, se quiserem publicar um artigo de sua autoria, se quiserem saber a minha opinião, entrem em contato.

No mais, novamente, muito obrigado. Obrigado a cada leitor que passa por aqui, obrigado ao Léo por ser um grande amigo e um duro, quebrado tentando melhorar, obrigado à minha esposa, Amanda, pela compreensão e apoio, obrigado ao amigo Navarro pelo estímulo e pelos ensinamentos.

Conto com vocês para chegar às 2.000, 5.000, 10.000 visitas!

Cartão de crédito é realmente para crédito???

Posted in Educação financeira tagged , , às 19:29 por Arthur Gouveia

Notas e MoedaPedro e Arthur continuam a conversa…

– Arthur, o cartão de crédito é uma boa forma de conseguir dinheiro?

– Sai fora dessa! O cartão é, talvez, a pior forma de conseguir crédito!

– Por que?

– Taxas de juros. As mais altas praticadas hoje no mercado. Apesar disso o cartão pode ser um bom aliado. Tem vantagens e desvantagens…

– Quais?

– O cartão de crédito é uma das formas de pagamento que mais cresce no Brasil. Antigamente eram usados principalmente como formas de comprar itens à prazo. Hoje é uma importante forma de pagamento além de ser uma fonte de crédito…

– Fonte de crédito? Como assim?

– Alguns cartões permitem saques e todos permitem que você faça uma compra e não pague o valor total da fatura. A essa modalidade é dado o nome de “crédito rotativo”.

– Nossa, que legal!

– Seria sim, Pedro, se não fossem os juros. Os cartões de crédito, hoje, chegam a cobrar 12% ao mês para quem usa o crédito rotativo ou faz saques em caixas eletrônicos. Esta é a principal desvantagem do cartão. Mas todas as desvantagens podem ser eliminadas com educação financeira.

– Mas também existem vantagens, né?

– Claro! Com cartão você não precisa ficar carregando dinheiro ou cheque. Quase qualquer lugar aceita, você pode escolher a data do vencimento da fatura e fazer o dia coincidir com o crédito do seu salário e alguns trazem benefícios como acesso a salas vips e socorro mecânico. Agora, de todas essas vantagens, pra mim só vale o fato de ser muito aceito e de eu não precisar ficar carregando dinheiro. Fora isso, o resto é inutilidade.

– É verdade…

– Já as desvantagens são fortes! Juros exorbitantes, anuidades, possibilidade de comprar por impulso…

– Mas dá pra fugir disso?

– Como eu disse, com educação financeira. Se você sempre pagar as faturas em dia e no valor integral, nunca vai pagar juros. Se você chorar, brigar, espernear, ameaçar cancelar o cartão, não vai pagar anuidade. Se você for responsável e inteligente financeiramente, não vai sair comprando só porque o cartão tá ná mão…

– Então o cartão de crédito pode ser um bom negócio?

– Pode, desde que não seja usado como fonte de crédito. Se você está precisando de dinheiro, o cartão pode ser sua pior opção. Se você está endividado, quebre o cartão! Se você é consciente financeiramente use-o com parcimônia. Esqueça o limite que a operadora te dá, defina seu próprio limite e controle todos os gastos para não estourar.

– Beleza, Arthur. Saquei!

outubro 15, 2007

Precisando de dinheiro???

Posted in Dicas tagged , , , , , às 23:08 por Arthur Gouveia

Notas e MoedaPedro e Arthur conversam sobre as fontes de crédito

– E ai, Arthur, ganhando muito dinheiro na bolsa?

– De Agosto pra cá, descontando todas as taxas de corretagem e outros penduricalhos, meu patrimônio em ações já cresceu mais de 10%

– É… Eu não tenho dinheiro pra investir. Trabalhando de dia e estudando à noite pra ganhar menos de R$800,00. Tá difícil. Tô sempre precisando de grana…

– Pô Pedrão, se você guardar um pouquinho por mês, depois de um tempo vai ter uma boa graninha!

– É, eu sei, mas tô precisando de dinheiro agora!

– Tá endividado?

– Só um pouquinho. Ainda tenho umas dez prestações do computador pra pagar…

– Você é maluco! Quando terminar de pagar o computador ele já vai estar completamente desatualizado.

– Eu sei. Mas se eu estivesse precisando de dinheiro de verdade. Se estivesse quebradão, com grandes dívidas em vista, o que você acha que eu deveria fazer?

– Pedro, existem algumas alternativas de busca de recursos no mercado. Todas com vantagens e desvantagens.

– Quais são?

– A pior de todas é o cartão de crédito. Ao não pagar o valor total da fatura você está cavando um buraco pra se enterrar. Os juros são altíssimos. O cartão é uma boa opção se você souber usar bem, caso contrário só vai dar dor de cabeça.

– Mas devem ter alternativas melhores.

– Mas também existem alternativas ruins como é o caso do cheque especial. Taxas de juros altíssimas. Deve ser usado para problemas pontuais de curtíssimo prazo. Alguns dias no máximo!

– Essa alternativa eu não tenho. Minha conta não me dá limite de crédito.

– Outra alternativa é o crédito pessoal. Há a possibilidade de negociar taxas e prazos. Nunca usei, mas parece que tem algumas vantagens. Se for usar tente buscar recursos com o banco com o qual você se relaciona. Seu histórico de cliente, se for bom, pode trazer benefícios em relação às taxas. Se for possível buscar o crédito pessoal junto a uma cooperativa, melhor ainda. Mas vale sempre pesquisar…

– Sei…

– Outra alternativa de crédito é o CDC. O famoso Crédito Direto ao Consumidor. É muito usado para compra de bens duráveis como eletro-eletrônicos, veículos, materiais de construção… Apresentam taxas menores que as do crédito pessoal mas possuem menor flexibilidade de taxas e prazos.

– Esse eu nunca tinha ouvido falar.

– É o crédito que você usa ao financiar suas compras nessas grandes redes de varejo.

– Ah, sei!

– Mas amanhã falamos melhor sobre o cartão de crédito….

Próxima página